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Escravos da Mauá

Por onde vamos? Por conta das obras na Zona Portuária o tradicional trajeto do bloco foi alterado esse ano. A concentração é no Largo de São Francisco da Prainha, depois o bloco segue pela rua Sacadura Cabral até a Praça da Harmonia, de lá entra na Av. Venezuela até a Praça Mauá, terminando com a volta ao largo de São Francisco da Prainha.

Largo da prainha.

03 de fevereiro (domingo)

a partir das 12h30min no Largo de São Francisco da Prainha, próximo à rua Sacadura Cabral.

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Cores: azul e amarelo

Foi criado no Carnaval de 1993 por amigos que trabalhavam no Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e, desde então, percorre as ruas do bairro da Saúde, nas proximidades da Praça Mauá e do Morro da Conceição. Seus sambas cantam a história do bairro, que é berço dos primeiros Ranchos e do Carnaval de rua do Rio de Janeiro e já foi local de moradia, trabalho e encontro de chorões e sambistas cariocas.
O bairro portuário da Saúde, eleito pelo bloco para sediar os seus eventos, já foi o antigo mercado negreiro do Império e guarda as marcas das diversas transformações arquitetônicas que passou. Atualmente é um dos poucos locais residenciais dentro do Centro da cidade.

Além dos moradores locais e trabalhadores de empresas da região, os ensaios do bloco têm reunido grande número de jovens de todas as idades oriundos dos bairros da Zona Sul do Rio, além de artistas ligados ao samba de raiz e à música popular.

O nome “Escravos da Mauá” tem origem na rua Camerino, onde ficavam os mercados de escravos nos séculos XVIII e XIX. Mesmo depois da Abolição, os ex-escravos e as colônias de negros baianos que desembarcaram no Rio se fixaram no bairro da Saúde em busca de trabalho no porto e moradia barata (o morro da Favela – atual Providência – emprestou seu nome ao tipo de moradia que hoje se espalha por toda a cidade). O bairro chegou a ser conhecido como a Pequena África no Rio de Janeiro.

Fazem parte da diretoria do bloco: Andrea Lessa, Branca Oliveira, Claudia Baldarelli, Cristina Lemos, Eliane costa, Izair Costa, Pedro Muller, Ricardo Costa e Teresa Guilhon.

galeria

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samba

Muito prazer, Escravos da Mauá!

João Costa, Miguel Costa, Miguel Diniz, Tiago Prata

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Vim de longe mas sou daqui

Sou daqui como todo mundo

E do mundo não tenho medo

Minha luta se faz no meu caminhar

No improviso, na arte, na sede de ganhar a rua

 

Desfilar a amizade

Reunir a cidade

E fazer um só carnaval

Canto

pra derrubar o muro

e brincar todo mundo igual (na…)

Prainha

é como o mar aberto

o quilombo liberto

onde a gente vem se abraçar

 

Levo um sorriso no olhar

Porque hoje eu vim pra te encontrar

Que bom te conhecer

Muito prazer, Escravos da Mauá!

 

Mauá, Mauá

Sei de onde eu vim…

camiseta

personalidades e causos

O bloco faz concurso de camisetas, mas não faz concurso de samba, que tradicionalmente é composto pela Ala de Compositores dos Escravos da Mauá, com a participação de todos que querem juntar ideias. As estrelas do Escravos da Mauá estão na rua, na praça, na voz da Baldarelli, no rodopio da Branca com a bande... ler mais

O bloco faz concurso de camisetas, mas não faz concurso de samba, que tradicionalmente é composto pela Ala de Compositores dos Escravos da Mauá, com a participação de todos que querem juntar ideias. As estrelas do Escravos da Mauá estão na rua, na praça, na voz da Baldarelli, no rodopio da Branca com a bandeira, na graça da cabrochinha Jessiane dançando, nos Clóvis que descem o morro nos dias de desfile, nos fogos de artifício oferecidos, no início do desfile, pelo pessoal do Cais do Porto e acionados pelo Cilei, irmão do saudoso Juarez do morro da Conceição, na bateria do mestre Penha, no cavaquinho da Eliane, no surdo do Salek, no pandeiro do Pedro, nas cordas e na percussão do “Fabuloso Grupo Eu Canto Samba”, na presença assídua e animada dos moradores do Morro da Conceição, na alegria das cabrochas. Nossas estrelas somos nós mesmos. O Largo da Prainha é um chão de estrelas!